Aquando da catástrofe que assolou o Haiti, Luis Figueiredo e alguns amigos fundaram a “Forever Kids”, uma associação humanitária com vontade de actuar e fazer a diferença. Juntaram toneladas de donativos e levaram-nos ao Haiti. Por cá, salvaram uma comunidade de imigrantes clandestinos e não querem parar por aí.
Revoltado com a indiferença de muitos, querem ser uma espécie de clube de solidariedade internacional. O impulsionador da “Forever Kids” viu na televisão uma reportagem sobre mais uma comunidade de clandestinos que chegaram a Portugal à procura de um sonho. Durante 2 meses, nas traseiras de uma antiga fábrica de bolachas em Almada, 30 cidadãos romenos e búlgaros passaram fome e frio. Em três dias, a “Forever Kids” conseguiu fazer aquilo que entidades oficiais se recusaram sequer a ver.
Actualmente estão a desenvolver uma campanha com vista à construção de uma escola no Haiti. Um tijolo custa apenas 17 cêntimos. Com 10 euros compram-se 60 tijolos dos 2100 necessários para fazer uma sala de aulas. O desastre do Haiti há muito deixou os telejornais mas, um ano depois, milhares de crianças estão sem escola e a viver em condições desumanas. Não, nós não podemos permanecer indiferentes.
Muitos dirão que por cá também há muito a fazer e é verdade. Este espaço destinha-se a partilhar “ideias dos outros”. Ideias que, a todos os níveis, se destacam pela sua singularidade. Basicamente, a ideia principal é a de que, se de facto quisermos, podemos sempre fazer a diferença. A diferença entre o conformismo e a acção. No fundo, a diferença na absoluta indiferença.
Nunca é tarde. Em França, o senhor Stéphane Hessel acaba de abanar o país com um ensaio intitulado “Indignez-vous!”. Um convite encorajador a que nos indignemos. Já vendeu 600.000 cópias e pode ser encontrado em várias línguas na internet. E sim, nunca é tarde. O autor, o senhor Hessel tem 93 anos de idade.
O Luis Figueiredo indignou-se e conseguiu mudar vidas. Estou certo de que tão importante como a consequência objectiva da sua acção será a forma como cada um de nós poderá rever-se na sua atitude e iniciativa. Estamos a viver uma crise profunda. Não, não me refiro à económica. Não podemos ficar indiferentes. Por que não pensar em tudo aquilo que poderíamos mudar à nossa volta, bem perto de nós?…
No meio de uma profunda crise de valores e de princípios, a “Forever Kids” deu um notável exemplo. E nós, o que podemos fazer?
“Alguns dos que ainda se indignam com o inaceitável”
+351 236 670 670
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